
Plataforma de computação em nuvem da Microsoft tem preços definidos. Cobrança será feita a partir de fevereiro.
Por Nando Rodrigues, da PC World*
17 de novembro de 2009 - 19h14
A mensagem da Microsoft para os desenvolvedores está clara: a empresa quer todos nas nuvens. Este foi o recado do Chief Software Architect da Microsoft, Ray Ozzie, durante o keynote que abriu a PDC09, na manhã desta terça-feira (17/11), em Los Angeles (EUA).
Depois de ressaltar os diversos momentos pelos quais a companhia passou desde a realização da última PDC, um ano atrás, quando a Microsoft deu uma prévia do Azure, sua plataforma de computação em nuvem, Ozzie afirmou que a plataforma entra em produção a partir de 1º de janeiro de 2010, quando os sistemas de cobrança e pagamento pelo uso da plataforma começam a ser testados.
A cobrança pelo serviço comecará a partir de 1º de fevereiro do próximo ano. O Azure contará com quatro modalidades de máquinas virtuais que terão preços a partir de 12 centavos de dólar por serviço por hora para um ambiente de processamento com um processador de 1,6 GHz, 1,75 GB de memória e moderado uso de CPU. O modelo mais caro será para ambientes com 8 processadores de 1,6 GHz, 14 GB de memória e alto consumo de CPU, cujo preço será de 96 centavos de dólar por serviço por hora.
Ao todo, a Microsoft terá seis datacenters para o Azure: dois nos Estados Unidos; dois na Europa; e outros dois na Ásia. Segundo o principal responsável por desenvolvimento de software da Microsoft, dezenas de milhares de desenvolvedores em todo o mundo já estão tralhando com o Azure. Entre eles estão iniciativas de porte, como a Automattic, criadora do WordPress, que já oferece vários projetos contruídos sobre o Azure, como os sites I can have a cheesburger e o OddlySpecific.
*O jornalista viajou a Los Angeles a convite da Microsoft Brasil
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