sábado, 30 de janeiro de 2010

Como registrar um domínio .br

Domínio é um nome que serve para identificar um site na web, deve ser exclusivo e a obtenção dele depende de algumas políticas que veremos a seguir. O nome é composto de umaidentificação fornecida pelo interessado (desde que não haja registro anterior desta identificação) seguido de identificadores de atividade (categoria) e região.

Então basicamente um domínio é dividido em três partes. Veja o exemplo:luis.blog.br, luis é a identificação, blog é a categoria e br é a região.

ENTENDENDO MELHOR

Identificação

Pode ser um nome qualquer desde que este nome esteja disponível para o registro. Quando você se propõe a registrar um domínio será necessário efetuar uma consulta a fim de verificar se o nome pretendido está disponível.

Se estiver disponível não haverá problemas para o registro, se não estiver é porque ele já foi registrado, está congelado ou é uma palavra reservada. Você não poderá registrar o domínio internet ou web, por exemplo.

Categoria

As categorias podem ser:

.com - para empresas de uma forma geral
.net - para empresas de tecnologia
.org - para organizações não governamentais
.gov - para governos, municipais, estaduais e federerais

Região

Indica o pais do domínio.

.br - Brasil
.us - Estados Unidos
.ar - argentina

Mas tem alguns domínios que não tem a região, são aqueles terminados apenas com o .com ou .net por exemplo. Neste caso devemos considerar que de uma forma geral existem dois tipos de domínios, os gTLD e ccTLD.

gTLD (Generic Top Level domain) São as extensões mais comuns e utilizadas na Internet e não estão associados a nenhum país ou região, exemplo: .com, .net e .org.

ccTLD - (Country Code Top Level Domain) - São domínios registrados e mantidos em cada país e tem sempre dois dígitos no final para caracterizar o país de origem, exemplo:

Brasil (.br)
Argentina (.ar)
Chile (.cl)
Estados Unidos (.us)
México (.mx)
Espanha (.es)
Itália (.it)
Inglaterra (.uk)
Alemanha (.de)
Japão (.jp)
A lista completa pode ser acessada no seguinte endereço:
(http://www.iana.com/root-whois/index.html)

NO BRASIL

No Brasil as categorias disponíveis para registro podem ser acessadas no site do CGI (http://registro.br/info/dpn.html)

Algumas categorias exigem documentação específica para o registro. Veja as exigências no seguinte endereço: (http://registro.br/cgi-bin/nicbr/nav?stkey=24954252-1554310340&page=/faq/faq3.html#3)

[UPDATE]

O Registro.br promoveu uma modificação no processo de registro de domínios, com esta mudança será será possível registrar um domínio .COM.BR também com CPF, ou seja, para pessoas físicas. Até então, apenas pessoas júridicas podiam registrar .com.br

Esta alteração passa a valer em 01/05/2008. Para ver o anúncio completo desta alteração acesse: http://registro.br/anuncios/20080416.html

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Google anuncia versão estável do Chrome e, com ela, 1.500 extensões

Nova funcionalidade vem acompanhada de um sincronizador de favoritos entre PCs e de APIs para criação e programação de sites com HTML5.

O Google anunciou nesta segunda-feira (25/1), em seu blog, a oferta de uma nova versão "estável" de seu navegador Chrome - a versão 4 - e, com ele, o acesso a mais de 1.500 recursos, por meio do uso de extensões.

Apesar de um beta do Chrome de dezembro de 2009 já ter sido divulgado com o recurso, é a primeira vez que ele aparece na versão estável, um termo que o Google usa no lugar de "final".

A nova versão também corrige 13 vulnerabilidades de segurança, seis delas classificadas como "alta" no sistema de ranking de ameaças usado pela empresa.

Extensões são pequenos programas que acrescentam funções ao navegador. Elas se tornaram populares com o navegador Firefox, da Fundação Mozilla. O concorrente do Chrome afirma ter mais de 5 mil complementos (add-ons).

Sincronismo de favoritos
Outro recurso oferecido pelo Google com a versão estável do Chrome é o sincronismo de favoritos (Bookmark sync). Quem usa vários computadores poderá manter a lista de sites favoritos atualizada entre as máquinas.

Apenas a versão estável para Windows suporta extensões e sincronismo de favoritos. Quem usa Linux e quer experimentar as extensões deverá instalar a versão beta. Já os usuários de Mac precisarão instalar a versão mais instável, a "developer", para acessar as extensões.

O usuário do Chrome poderá gerenciar suas extensões visitando a opção Tools (Ferramentas) do menu e, em seguida, selecionando Extensions (extensões).

A versão estável também oferece para desenvolvedores e designers algumas novas interfaces para programação de aplicações (APIs) HTML5, informa a empresa.


link para download - http://www.google.com.br/chrome

Google, estou aqui

SÃO PAULO - Conheça os segredos das grandes empresas para colocar um site no topo dos resultados das buscas e atrair visitantes.

Quem não aparece bem no Google e em outros buscadores, como Yahoo! e Bing, não existe. Exagero? Nem de longe. Ficar bem posicionado nos resultados dessas ferramentas é essencial para qualquer site com pretensão de atingir um grande número de internautas. Para uma empresa, permanecer no topo é questão de lucro ou prejuízo. Afinal, os concorrentes estarão sempre tentando atingir os primeiros lugares. Para não se tornar irrelevante na web, é preciso investir em marketing de busca.

Não faltam bons exemplos do que fazer para se sair bem no Google. Qualquer que seja a estratégia, ela tem a ver com duas siglas: SEO (Search Engine Optimization) e SEM (Search Engine Marketing). “São estratégias complementares. Os buscadores identificam que lugares atraem mais a atenção do usuário na página. Não por acaso, é a região dos links patrocinados. E boa parte dos cliques vem das primeiras posições”, disse André Izay, presidente do Yahoo! Brasil, no Seminário INFO — O Poder do Marketing de Busca, realizado em 16 de novembro, em São Paulo.

SEO representa as medidas adotadas no site para que ele apareça nas primeiras posições quando o internauta pesquisa um termo relacionado a ele. Já o SEM é formado por ações publicitárias relacionadas com o contexto da busca, como os links patrocinados e displays (os anúncios em banners). O SEM envolve comprar palavras-chave que ajudem os internautas a encontrar os anúncios.


Conteúdo é fundamental

As primeiras dicas para ganhar destaque são apostar no conteúdo da página e diversificar as estratégias. Para Izay, do Yahoo!, apostar em palavras-chave que, aparentemente, não tenham ligação com a empresa pode dar bom resultado. O ator Rodrigo Santoro, por exemplo, não tem ligação com a operadora Oi. “Mas, no momento em que a Oi faz uma propaganda com Santoro, há uma relação”, disse Izay.

Não adianta investir em marketing de busca sem medir os resultados. Segundo Marcelo Epstejn, diretor-geral do UOL, o sucesso de links patrocinados e displays depende de testes, aferição e retrabalho sobre os dados. “O retorno sobre o investimento continua a ser a principal ferramenta”, disse. Para Paulo Castro, diretor-geral do Terra, contar apenas os cliques, o chamado click through, não é uma boa solução. “Dependendo da métrica, você tem de 8% a 15% das pessoas gerando 80% dos cliques”, afirmou.

Em algumas situações, investir em palavras-chave pode não ser a melhor decisão. Termos muito genéricos, como “carro” ou “celular”, por exemplo, podem custar uma fortuna. “Se você estiver em primeiro lugar para um certo termo na busca orgânica, então pode valer mais a pena investir no SEO para manter essa posição", afirmou Edmar Bulla, gerente de marketing online da Nokia. Segundo ele, 54% do tráfego que chega ao site da empresa é resultado de SEO. Segundo Bulla, é importante, também, criar mapas em XML para que o conteúdo em Flash possa ser indexado pelos buscadores.


O Google impera

Ninguém ainda conseguiu bater o Google nos links patrocinados. Segundo Lúcio Tadeu Pereira, gerente de comunicação e propaganda da Sony, 95% do tráfego gerado por esses anúncios para o site da empresa têm origem nesse buscador. E vale até comprar palavras com grafia errada, diz Fernando Cirne, diretor de desenvolvimento comercial da Editora Abril, que adquire termos como “Abriu”, “acinatura” e “ezclusiva”.

Todo investimento para aparecer bem pode ir por água abaixo se a empresa cometer um deslize no mundo offline. Em março, o músico canadense Dave Carroll teve seu violão quebrado ao viajar pela United Airlines. Sem receber atenção da companhia, ele fez um vídeo contando a história no YouTube. Foi um sucesso. O artista começou a disputar espaço no topo dos resultados do Google com o site da companhia aérea. “Era uma história simpática, verídica e que já aconteceu com todo mundo que buscou ressarcimento num call center”, disse Caio Túlio Costa, consultor em novas mídias.

O futuro é do HTML5

Daqui a algumas décadas, é provável que haja mais de um buscador dominante — o que exigirá novas estratégias de SEO e SEM. “A Microsoft encarou a dura realidade de não ser Deus. Em algum momento, o Google também não será mais Deus”, disse Abel Reis, presidente da AgênciaClick. Num futuro mais próximo, as home pages começarão a ser escritas em HTML5, o que acrescentará uma nova camada de conteúdo que influenciará as pesquisas. Recursos como geolocalização e indexação de vídeos por tags se tornarão muito mais comuns.

Dança das palavras

Confira a quantidade de termos adquiridos por empresas para links patrocinados:

200 mil - Livraria Cultura

100 mil - Magazine Luiza

5 mil - Air France

sábado, 23 de janeiro de 2010

Google encerra 2009 com receita de US$ 6,67 bilhões no trimestre

A receita do Google no 4.º trimestre encerrado em 31/12 atingiu 6,67 bilhões de dólares, anunciou a empresa nesta quinta-feira (21/1). O resultado é 17% maior que o apurado no mesmo período de 2008, de 5,7 bilhões.

O resultado superou as expectativas de Wall Street, em um ano que a empresa teve bom desempenho apesar da crise econômica global.

Nesta quinta-feira, as ações da Google ficaram entre as dez mais negociadas na bolsa de valores eletrônica Nasdaq, com aproximadamente 1 milhão de ações negociadas. Apesar do resultado, o preço da ação sofreu queda de 5,1%, sendo cotada a 553,16 dólares.

O lucro operacional no período foi de 2,48 bilhões de dólares, ou de 37% da receita. Em 2008, esse valor foi de 1,86 bilhão, que por sua vez representou 33% da receita do período.

Já o lucro líquido no trimestre foi de 1,97 bilhão - em 2008, foi de 382 milhões.

O presidente e CEO do Google, Eric Schmidt, abriu a apresentação do resultado do período dizendo que a empresa teve um trimestre “forte” e que está otimista em relação aos resultados de 2010.

Os sites do Google geraram receita de 4,42 bilhões de dólares no 4.º trimestre, um valor que corresponde a 2/3 da receita total. Em comparação com 2008, o aumento foi de 16%.

AdSense
As receitas geradas por sites parceiros, por meio do program AdSense, foi de 2,04 bilhões de dólares, ou 31% do total. Em relação a 2008, quando esse número atingiu 1,69 bilhão, houve aumento de 21%.

Mais da metade da receita (3,52 bilhões de dólares, ou 53%) teve origem fora dos EUA. Em 2008, a proporção era de 50%. O Brasil foi citado pelo presidente de desenvolvimento de negócios e operações globais de vendas, Nikesh Arora, como um “mercado muito forte”, onde o Google tem tido sucesso no esforço de fazer o mercado local “entender o valor da publicidade online”.

Questionado sobre o rumo dos negócios na China, Schmidt disse que “o assunto já tem sido suficientemente coberto pela imprensa”, mas salientou que não houve mudanças no negócio e que o Google quer permanecer no país.

A empresa afirmou que o custo por clique, que diz respeito aos cliques relacionados a anúncios apresentados nos sites do Google e nos sites dos parceiros AdSense, tiveram aumento de aproximadamente 5% no trimestre.

Os cliques pagos aumentaram aproximadamente 13% no mesmo período.

Produtos
O vice-presidente sênior de desenvolvimento de produto, Jonathan Rosemberg, afirmou que a estratégia do Google é “muito focada” em busca e anúncios. “Queremos que os anúncios sejam mais ricos e úteis”, enfatizou.

Os investimentos feitos pelo Google em buscas resultaram em índices mais rápidos, mais opções de pesquisa e busca em tempo real, enumerou o executivo.

Em relação à cloud computing, ou computação em nuvem, Rosemberg disse que "as empresas têm escolhido a tecnologia não pela economia, mas porque elas descobriram que esse é o melhor jeito de conduzir seus negócios".

Rosemberg destacou duas tendências que serão acompanhadas de perto pelo Google: o “social”, que para a empresa significa não apenas as redes, mas “toda a web”; e personalização, que inclui a web móvel.

“Entendemos que a presença online é tão relevante quanto a presença real”, argumentou Rosemberg. “Uma pessoa poderia encontrar uma loja pelo celular, começar uma transação pela web e concluí-la diretamente na loja”, explicou.

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Análise prevê ano bom para TVs e ruim para e-readers

A televisão vai continuar a dominar o entretenimento doméstico por mais um ano em 2010, demonstrando mais permanência que os jornais e até mesmo que a reencarnação digital destes, o leitor eletrônico, ambos os quais podem enfrentar problemas, prevê um novo relatório divulgado nesta terça-feira (19).
De acordo com a Deloitte 2010 TMT Predictions, a televisão e sua programação fixa continuarão a exercer o papel mais importante no entretenimento doméstico, apesar da demanda crescente de espectadores interessados em assistir a programas individuais na hora em que quiserem.

A previsão contraria muitas das expectativas de analistas, que previam que o hábito de descarregar conteúdos da internet para o computador, quando e onde o espectador quisesse, chegasse pouco a pouco à televisão, afetando a maneira como ela é vista pelo espectador.
No Reino Unido, iniciativas para disponibilizar filmes e programas antigos nos televisores, e não apenas em computadores, vêm se mostrando muito populares, e a expectativa era que essa tendência ganhasse fôlego.
Mas a Deloitte disse que o sistema linear tradicional de transmitir programas de televisão e rádio ainda é mais fácil e suficiente para a maioria dos consumidores.
Se a previsão for correta, será uma enorme injeção de ânimo para as emissoras tradicionais, que nos últimos dois anos viram sua receita publicitária cair devido à recessão global e os receios quanto ao futuro da mídia.
Poder dos espectadores
"Nossa estimativa é que 90% de toda a TV assistida e mais de 80% dos conteúdos de áudio consumidos serão pelos meios de transmissão tradicionais", afirma o relatório.
"O sistema linear vai prevalecer, apesar da proliferação de tecnologias --como gravadores de vídeo digitais, pay-per-view, televisão a pedido, podcasts e serviços musicais on-line-- que permitem que espectadores e ouvintes se afastem da programação das emissoras."
As mudanças nas demandas provavelmente vão resultar em novos tipos de tecnologia, mas a Deloitte prevê que a transição seja mais lenta e não prevê a chegada repentina de uma multidão de novas TVs voltadas à internet.
Em lugar disso, ela prevê que a chamada convergência seja movida pelo usuário. Os espectadores vão acessar a internet através de laptops, netbooks, smartphones e consoles de videogame enquanto assistem à televisão.
No mundo do texto, porém, o relatório prevê que a tecnologia exerça um papel maior.
A Deloitte prevê que jornais e revistas continuem a deliberar se cobram ou não por seus conteúdos on-line, com pouco consenso a respeito, ao mesmo tempo que os novos leitores eletrônicos podem enfrentar dificuldades devido à chegada de novos aparelhos ao mercado.
Ofuscado
O e-reader, produzido por um número crescente de empresas, incluindo a Amazon.com e Sony, permite ao leitor ler textos em um aparelho do tamanho de uma folha de papel, que descarrega conteúdos digitalmente.
Em dezembro a Amazon disse que seu Kindle havia se tornado o produto mais comprado na história da empresa para ser dado como presente.
Mas a Deloitte disse que o aparelho pode ser prejudicado pela chegada ao mercado de novos dispositivos, como tablets de empresas como Apple e Microsoft.
Os novos aparelhos sem fio, que vêm atraindo manchetes em todo o mundo antes de seu lançamento, devem poder exibir vídeos, descarregar música, navegar a internet e lançar uma ponte entre smartphones e laptops.

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Microsoft oferece treinamento gratuito online para profissionais

Nesta segunda-feira (18/1), as comunidades TechNet e MSDN da Microsoft abrem a Semana de Interoperabilidade. Profissionais de TI e desenvolvedores terão acesso gratuito a um total de dez horas de treinamento online. Serão dois webcasts diários sobre diferentes tecnologias, suas aplicações e interoperabilidade com plataformas open source. As transmissões online seguem até sexta-feira (22/1).

Os tradicionais canais de comunicação entre a empresa e a comunidade de profissionais e desenvolvedores tratarão temas como monitoramento de plataforma Unix/Linux, segurança em ambientes heterogêneos, produtividade e desenvolvimento de games multiplataforma em .Net, entre outros.

As inscrições podem ser feitas nos sites do TechNet e MSDN. Os conteúdos ficarão disponíveis para download nos portais do MSDN e Technet e é possível solicitar, via site, o recebimento do webcast por e-mail.

Confira abaixo a lista dos webcasts programados para toda a Semana de Interoperabilidade:

TechNet

18/1 - Autenticando o Windows no OpenLDAP e Linux no Active Directory
Horário: 12h

Palestrantes: Fabio Hara, Luciano Kadoya, Fernando Oliveira e Andre Ruschel
Link para inscrição: http://msevents.microsoft.com/CUI/EventDetail.aspx?EventID=1032439684&Culture=pt-BR

19/1 - Monitoramento de plataforma UNIX/Linux
Horário: 12h

Palestrantes: Rodrigo Dias, Ricardo Frois e Helio Panissa
Link para inscrição: http://msevents.microsoft.com/CUI/EventDetail.aspx?EventID=1032439686&Culture=pt-BR

20/1 - Microsoft e Linux em um ambiente mais seguro
Horário: 12h

Palestrantes: Rodrigo Immaginario e Alberto Oliveira
Link para inscrição: http://msevents.microsoft.com/CUI/EventDetail.aspx?EventID=1032439688&Culture=pt-BR

21/1 - Implantando BI estratégico a partir de bancos de dados OpenSource utilizando o SQL Server 2008
Horário: 12h

Palestrantes: Herleson Pontes e Luiz Pimenta
Link para inscrição: http://msevents.microsoft.com/CUI/EventDetail.aspx?EventID=1032439691&Culture=pt-BR

22/1 - Como obter maior produtividade de aplicações PHP com o IIS 7.5
Horário: 12h
Palestrantes: Pablo Weyne e Igor Humberto
Link para inscrição: http://msevents.microsoft.com/CUI/EventDetail.aspx?EventID=1032439694&Culture=pt-BR

MSDN

18/1 - O Projeto Mono: Aplicaçõs .NET para sistemas não Windows
Horário: 17h

Palestrante: Alessandro Binhara
Link para inscrição: http://msevents.microsoft.com/CUI/EventDetail.aspx?EventID=1032439615&Culture=pt-BR

19/1 - Moonlight : Silverlight para sistemas não Windows
Horário: 17h

Palestrante: Alessandro Binhara
Link para inscrição: http://msevents.microsoft.com/CUI/EventDetail.aspx?EventID=1032439617&Culture=pt-BR

20/1 - Desenvolvimento de games multi-plataforma com .NET
Horário: 17h

Palestrante: Alessandro Binhara
Link para inscrição: http://msevents.microsoft.com/CUI/EventDetail.aspx?EventID=1032439619&Culture=pt-BR

21/1 - Desenvolvendo aplicativos ASP.NET para Linux
Horário: 17h

Palestrante: Alessandro Binhara
Link para inscrição: http://msevents.microsoft.com/CUI/EventDetail.aspx?EventID=1032439621&Culture=pt-BR

22/1 (sexta-feira) · Trabalhando com IronPython
Horário: 17h
Palestrante: Alessandro Binhara

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Finep seleciona projetos de pesquisas com nanotecnologia


A Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) está selecionando propostas de apoio a pesquisas envolvendo nanotecnologia no Brasil. O valor do investimento é de 15 milhões de reais, sendo que 30% será destinado a projetos no Norte, Nordeste e Centro-Oeste do País.

O envio das propostas pode ser feito pela internet até o dia 24/3. Propostas impressas poderão ser feitas até 25/3. O resultado final deve ser divulgado a partir de 28/6.

Lenovo U1 Hybrid é meio notebook, meio tablet


Estamos tentando, mas ainda não conseguimos encontrar uma palavra menos genérica do que “híbrido” para definir o que é essa novidade apresentada pela Lenovo na CES 2010. Pelo jeito, a fabricante também não, pois o brinquedo da foto acima chama-se IdeaPad U1 Hybrid.

Olha só a idéia genial: quando está acoplada à tampa do notebook, a tela de 11,6 polegadas multitoque ganha um teclado aparentemente bem confortável e um processador Core 2 Duo CULV, aquela série de baixo consumo, além de um SSD de 128 GB e sistema operacional Windows 7 Home Premium.

Porém, quando o display está separado do restante da carcaça, ele vira um tablet, com o software Skylight, baseado em Linux, e um processador Qualcomm Snapdragon de 1 GHz, um modelo usado em smartphones parrudos, como o Google Nexus One. Isso aí, dois sistemas e dois chips numa só máquina, com operações completamente independentes.

O modelo que está se exibindo na CES esta semana ainda está longe de ser um produto final, mas dá uma ideia do que a fabricante promete trazer em junho. Nos Estados Unidos, ele vai custar 999 dólares.

Las Vegas mostra aparelho que converte web para sinal de celular


Um pequeno aparelho que transforma a conexão com a internet em sinal telefônico chamou a atenção em Las Vegas, no Consumers Electronics Show (CES), o grande encontro anual de tecnologia realizado nesta cidade de Nevada (EUA).

O aparelho chama-se MagicJack ("conexão mágica"), e é da pequena empresa americana YMAX. Para funcionar, só precisa de um computador ligado e conectado à internet

O MagicJack transforma a conexão de banda larga em sinal de telefonia celular 2G em uma área de 280 metros quadrados, e permite fazer ligações sem gastar minutos do serviço de internet. O usuário precisa apenas pagar uma assinatura anual de US$ 20 ao fabricante.

Mas o problema, segundo Simon Saunders, presidente do Femto Forum, integrado por fabricantes de equipamentos e operadoras de telefonia, é que a YMAX recorre para tais conexões a frequências que não está autorizada a acessar.

Kari Hernández, porta-voz da Ymax, rebateu as críticas e disse que, segundo Dan Borislow, fundador e inventor do MagicJack, a tecnologia não utilizará frequências de propriedade de outros e que, tecnicamente, as operadoras não seriam donas das frequências dentro de uma propriedade.

O MagicJack já está no mercado como aparelho mais simples, que permite ligações comuns com uma conexão à internet. A venda do novo modelo acontecerá nos próximos meses, com o preço de US$ 40.

Português é o segundo idioma mais utilizado pelos usuários do Twitter

Pesquisa feita por blog dos EUA aponta que língua portuguesa responde por 11% das mensagens do microblog; inglês detém 61% dos tweets.

O Blog norte-americano TextWise realizou um pequeno estudo para caracterizar os diferentes tipos de mensagens encontradas no Twitter. O português apareceu como segundo idioma mais empregado no microblog, ficando atrás apenas do inglês.

Ainda que o idioma tenha ficado na segunda posição, a diferença para o primeiro lugar é grande. Só o inglês detém 61% dos tweets, enquanto o português responde por 11%, o japonês 6% e o espanhol 4%.

Segundo o blog, o estudo foi realizado durante um período de duas semanas usando o Twitter streaming API. Foram analisados um total de 8,9 milhões de mensagens postadas por 2,6 milhões de usuários únicos.

Cerca de 2,7 milhões destes tweets (31%) foram respostas a um tweet postado por outro usuário. Meio milhão (6%) foram retweets e quase 2 milhões (22%) das mensagens continham uma URL.

'Google' é eleita palavra da década

“Dê um Google nisso”. O nome do site de buscas mais popular da rede e da empresa a qual pertence, Google, foi eleito pela American Dialect Society como a palavra da década.

Usada hoje como um sinônimo para “pesquisar na internet”, a palavra superou até mesmo os termos “nine eleven” (referente ao ataque terrorista de 9 de setembro) , “blog”, “green” (para designar a preocupação ecológica) e “Wi-Fi”.

A mesma associação, que estuda o idioma inglês desde 1889, elegeu a palavra "tweet” (aportuguesado para “tuíte”) como a palavra do ano de 2009.

Outra referência cibernética marcante na lista é o “fail”, tido pelos acadêmicos da American Dialect Society como “palavra mais útil de 2009”.

De acordo com os responsáveis pela tradicional eleição, as palavras são estudadas selecionadas por linguistas, lexicógrafos, etimologistas, historiadores, gramáticos e editores, para, depois, serem votadas entre os mesmos em dois turnos.

Google está se tornando um monopólio gigante, diz ministra alemã

BERLIM - O Google está se tornando um "monopólio gigante" como a Microsoft e pode enfrentar ações legais se não se tornar mais transparente, disse a ministra alemã de Justiça.

Em entrevista à revista semanal Der Spiegel, Sabine Leutheusser-Schnarrenberger disse estar preocupada porque a empresa está reunindo muito poder e informação sobre cidadãos através de seus programas como Google Earth e o Google Books.

- De modo geral, o que está ganhando forma é um monopólio gigante, similar ao da Microsoft - disse a ministra - Minha resposta inicial é não banir algo ou pará-lo. Mas quero criar mais transparência para assegurar que os usuários saibam o que está acontecendo com seus dados - acrescentou.

- Creio que as empresas têm uma obrigação aqui e muitas coisas precisam ser melhoradas. Se isso não acontecer logo teremos que tomar medidas como legisladores.

Membro liberal do Partido Democrata Livre, Leutheusser-Schnarrenberger também serviu como ministra da Justiça entre 1992 e 1996. Um porta-voz do Google na Alemanha disse que a total transparência aos usuários é central no modo como a empresa opera e que a companhia está constantemente trabalhando para melhorar nesse quesito.

Empresa aposta em futuros projetores "obrigatórios" para celulares


Os grandes televisores de tela plana foram uma das maiores atrações da feira Consumer Electronics Show (CES), em Las Vegas, mas empresas como a Microvision estão apostando em imagens exibidas em escala muito menor, por aparelhos pequenos como um celular.

Embora os produtos comerciais equipados com os chamados picoprojetores sejam ainda raros, a Microvision e rivais como a Texas Instrumentos e a 3M fizeram promessas ambiciosas sobre a tecnologia na feira de eletrônica encerrada neste domingo (10), em Las Vegas.

A Microvision mostrou um projetor autônomo do tamanho de um sabonete grande, e projetou imagens límpidas usando tecnologia a laser. Sua grande esperança é que a tecnologia desenvolvida pela empresa seja incorporada a bens eletrônicos de consumo como câmeras e celulares.

"Minha sensação é que, em última análise, os celulares representam a maior oportunidade", disse Matt Nichols, diretor de comunicação da Microvision, acrescentando que sua empresa estava conversando com dezenas de potenciais clientes, entre os quais fabricantes de celulares.

Componente obrigatório

Nichols considera que os primeiros protótipos de aparelhos com picoprojetores da Microvision incorporados devem chegar ao mercado ainda neste ano, e espera que produtos comerciais estejam disponíveis a partir do ano que vem.

Depois disso, ele espera uma explosão do mercado, da mesma maneira que câmeras se tornaram componente obrigatório dos celulares.

"Acreditamos, em uma previsão para prazo de cinco anos, que todos os celulares terão projetores", disse Nichols à Reuters.

À venda

A Texas Instruments, grande fornecedora de chips para aplicativos em celulares, já incorporou seus picoprojetores a diversos aparelhos que estão à venda, entre os quais dois miniprojetores autônomos e dois celulares da Samsung Electronics, o último dos quais demonstrado na CES.

"Todo mundo está completamente entusiasmado" com os picoprojetores, disse Frank Monzio, gerente da divisão de picoprojetores da Texas Instruments. "Não sei como isso se traduzirá em termos de volume. Nossas esperanças são de que seja elevado."

Uma vez que os celulares já contam com muitos recursos, tais como telas sensíveis a toques, câmeras e players de música e vídeo, alguns analistas não veem espaço para acrescentar componentes.

Mas Jonathan Yarmis, da Ovum, diz que a tecnologia de picoprojetores tem grande potencial, por resolver o problema de assistir a vídeos na pequena tela de um celular.

"Quando assistir se dissocia do aparelho, a experiência pode ser mais profunda", disse o analista, quanto questionado sobre as próximas grandes tendências dos celulares.

Impressora 3D open-source cria miniaturas de plástico


Foi a MakerBot Industries quem exibiu um dos gadgets mais divertidos da CES, que já esgotou no seu site de vendas e colocou os potenciais compradores na lista de espera até sabe-se lá quando. Esta impressora 3D open-source fabrica todo tipo de miniaturas de plástico: desde uma mini torre Eiffel à cabeça do seu artista favorito.

Um arquivo .STL é o mapa para a Cupcake CNC moldar o mesmo plástico usado em peças de Lego da forma que o dono desejar. Seu sistema de posicionamento 3D trabalha com as direções X (largura), Y (profundidade) e Z (altura) de um plano cartesiano em um quadrado de 10cm² por 13 cm de altura.

Isso significa que não dá para moldar esculturas muito grandes, e, apesar de o hardware e o software do aparelho serem open-source, também não tem como fazer a impressora do seu vizinho fabricar uma réplica de si mesma para você. É preciso pagar 750 dólares para ter essa belezinha mesmo, ou 2 500 dólares considerando todas as peças como cabo USB, alicates e carregadores incluídas. Mas a MakerBot já anunciou a intenção de lançar impressoras ainda maiores no futuro.

Carregue a bateria com o dedo



Se você não passa um dia sem acessar o Gadgets INFO, já deve ter percebido que, de água a lixo orgânico, tudo tem potencial para se transformar em combustível para dispositivos eletrônicos. Agora, que tal usar a força de seus dedos para manter seu celular ligado?

Desenvolvida por Song Teaho e Hyejin Lee, a “twirling battery” pode ser recarregada com algumas voltas em seus dedos. Os criadores calculam que 130 rodadas em torno do dedo indicador, garantem 2 minutos de conversação ao celular. O suficiente para passar um pedido de socorro caso você esteja perdido em algum ambiente inóspito.

Apesar de um pouco trabalhosa, a ideia é uma mão na roda para quem sempre experimenta a Lei de Murphy quando o assunto é fim da bateria do celular. Por enquanto, contudo, o produto ainda não tem qualquer expectativa de sair do papel ou do status de protótipo.

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Celular tem bateria de Coca-Cola

O designer Daizi Zheng projetou um celular que dispensa o uso de baterias de lítio: ele só precisa de um pouco de Coca Cola para funcionar.

O projeto começou com a ideia de criar um telefone ecológico para a Nokia.

Durante a pesquisa, Zheng percebeu que as baterias eram o grande vilão da sustentabilidade dos aparelhos: fontes de energia caras, que consomem muita matéria prima na sua produção e são nocivas ao meio-ambiente.

A solução encontrada foram as bio baterias - dispositivos que geram energia a partir de carboidratos (no caso, açúcar) utilizando enzimas como catalisadores.

Isso significa que basta uma bebida açucarada para que o telefone funcione. O melhor é que, no processo, ele só libera água e oxigênio.